Assustadoramente sexy

Recife, fui ver a distância de onde eu moro até você: Quatro horas e pouco. É, parece bem perto, né? A gente tá tão perto, mas tão longe... Não vejo a hora de te ver, te abraçar e dizer "finalmente" isso soa um pouco clichê, mas é a realidade.
Você é um menino tão lindo, sexy(amor dele, não sinta ciúme. Você sabe que é verdade) e que voz cara :o.
Primeira vez que escutei, você tava cantando uma música da Clarice (motivo pelo qual nos conhecemos), e fiquei apaixonada, daí você começou a falar e "OMG" falava comigo mesma "que voz é essa senhor?". Confesso que é um pouco assustadora, mas é ao mesmo tempo muito sexy.
Cara, você é lindo demais. Eu só tenho a agradecer a Deus por ter te colocado na minha vida e pela Clarice Falcão também... Se eu não fosse fã dela, talvez nunca teria te encontrado.
Te desejo tudo do bom e do melhor pra você e para o seu amor. "A gente é um ".

Qual o seu Instinto.? Filme : O instinto

Eu estava vendo alguns filmes que os professores do meu curso indicaram... E eu estava passando os olhos na lista que tinha de similares no YouTube e encontrei um que me chamou bastante atenção e quero compartilhar com vocês.

Sinopse: 


 Anthony Hopkins (Oscar de Melhor Ator em O Silêncio dos Inocentes, 1991) e Cuba Gooding Jr. (Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em Jerry Maguire - A Grande Virada, 1996) participam deste provocante thriller psicológico que é uma jornada desafiadora de interessantes descobertas.
Em um manicômio judiciário, o alucinado antropologista Ethan Powell (Hopkins) será avaliado pelo jovem psiquiatra, Theo Caulder (Gooding).
Levado pela ambição profissional e pela sede de verdade, o médico arrisca tudo, inclusive sua vida na tentativa de entender as irreverentes atitudes deste homem atormentado.
Com um elenco de primeira linha, contando com Donald Sutherland (Tempo de Matar) e Maura Tierney (O Mentiroso), este suspense faz uma viagem pela mente humana realizando incríveis descobertas que irão prender toda a sua atenção do começo ao fim.

O filme é simplesmente
 perfeito, não tenho mais nada a dizer. Assistam e tirem suas próprias conclusões e reflexões e tudo mais. 

A Tinta e o Papel



O Papel levantou cedo de sua resma, se espreguiçou, viu um pequeno amassadinho no canto inferior de sua folha branca, deu uma esticadinha para desamassar-se e logo tornou-se engomadinho novamente e foi  encontrar com a Tinta, que assim como ele, também acabara de despertar naquela manhã de domingo.
A Tinta, solícita e pronta para mais um dia de escrita, como seu companheiro e amigo,  também procurou exercitar seus minúsculos pigmentos e suas texturas, iniciando uma série de sacudidas, remexidas, mistura-se em si mesma, combina cores, tons, talvez tentando reinventar novas colorações já existentes em sua própria composição.
Na maior parte do tempo os dois andavam juntos. Mas hoje com a invenção da escrita moderna em tela de pixel, sabe-se lá até quando esses dois irão durar.
Após seus costumeiros exercícios matinais, para não saírem de forma e não perderem a pinta, os companheiros se encontram a fim de dar  partida ao que os mantém unidos como unha e carne, dedo e unha, linha e agulha, gato e rato, cão e gato, e, por fim, a sua não menos importante razão de ser papel e tinta; a união de suas funções para dar vazão ao desenho da escrita.
O Papel se aproxima de sua amiga e a beija carinhosamente, sem notar,  seu corpo esbranquiçado, para não dizer pálido, é tingindo por uma manchinha recebida ao beijar a Tinta no rosto. Mas isso em nada afeta sua parceria e nem seu trabalho de dar vida às cores e formas da Tinta.
Os dois começam a compor um documento de extrema importância, para um cliente exigente que não tolera erros de grafia e nem ortografia, é trabalho solicitado para ontem, em caráter de urgência e emergência. A Tinta acelera seus desenhos em forma de cores e símbolos, transformando suas tonalidades em linguagem desenhada entre as fibras de seu companheiro, seus esboços são precisos e nítidos.  O Papel se mostra calmo e aberto para as necessidades de sua parceira. Sempre que acabado um lado, ele mesmo vira-se para ser composto em seu verso e reverso. Nesse ritmo eles dão conta de mais de dez mil caracteres, palavras e signos por dia. Todos os dias.
São ágeis, hábeis e indispensáveis, principalmente um para o outro. Certa vez o Papel  chegou a dizer, referindo-se à Tinta - Eu não existo sem você.
Seguem o dia preenchendo páginas, escrevendo cartas, desenhando endereços, pintando e traçando na medida do dedo sonetos e poesias. A Tinta parece nunca cansar e o Papel sempre prestativo não desacelera o ritmo. Já passa do meio-dia quando eles dão-se conta que é hora de pausar e reabastecer.
O Papel vai até sua resma para se trocar e voltar a ser limpo, suave e branquinho. A Tinta, já falha e fraca, procura o Sr. Tinteiro para reabastecer e continuar sua atividade impressionista de pintar as páginas das folhas que lhe aparecerem em branco. O Sr. Tinteiro avisa a Tinta que está faltando os ingredientes para abastecer sua tinturaria com novos pigmentos e cores para fazer novas formas de tinta.
A Tinta fica extremamente assustada e de mãos atadas sem poder se reabastecer, sem poder prosseguir com seu trabalho junto com seu companheiro pálido. Ela corre até o Papel e conta o que o Sr. Tinteiro lhe disse sobre a falta de tinturas novas. O companheiro se mostra preocupado, pois sem a Tinta ele é apenas mais um papel pálido, reto e celulósico, como os demais papeis do mundo. Servindo para meras assinaturas, carimbos e despachos.
Eles conversam, o Papel tenta acalmar sua amiga, mas ela está irremediavelmente triste e ele também. O Papel e a Tinta, após longa discussão, decidem ir até a cidade mais próxima e procurar por lá uma tinturaria que tenha os ingredientes para recompor os pigmentos faltantes da Tinta.
Vão até a cidade de Tintown, popularmente conhecida por ter as mais finas Papelarias e sofisticadas Tinturarias. Lá é possível encontrar todo tipo de tinta, tonalidade e as mais variadas texturas, além dos mais finos tipos de papeis. Inclusive os de pão e papelão.
Os dois percorrem quase todas as tinturarias, mas dão com a porta na cara, em dia de domingo as lojas funcionam brevemente até o horário do meio-dia e os Tinteiros já deviam estar em casa almoçando com suas famílias.
A Tinta desesperada, senta numa calçada e o Papel senta ao seu lado. Ele a abraça e transfere confiança de que vão encontrar um lugar aberto logo, logo e voltarão para casa de carga completa. Mesmo confiante, o Papel fixa o olhar no vazio e sente-se perdido, sem ter a certeza de que vão encontrar um lugar para reabastecer – Não devíamos ter vindo - A Tinta sussurra ao seu pé de ouvido. O Papel seguramente responde - Claro que devíamos ter vindo, vamos achar uma tinturaria, voltar logo para o trabalho e você escreverá em mim as mais lindas e belas palavras em forma de poesia.
Depois de uma pausa para descansar, eles levantam-se e continuam a caminhada pela cidade. Entram e saem de ruas, perguntam a alguns poucos Papeleiros que ainda estavam por lá se ainda havia alguma tinturaria aberta, um Papeleiro muito gentil ensinou o caminho de um Tinteiro aberto 24 horas, não importando se era domingo, feriado ou sábado. Felizes o Papel e a Tinta agradeceram ao Sr. Papeleiro e correram apressados para o novo endereço. Passava rua, casas, Papelarias, lojas de tinturarias e ainda não estavam na metade do caminho.
A Tinta começara a cansar e o Papel amarronzar, ela já pensou em voltar, entretanto, o Papel quis continuar. Ela sempre fora sua fiel companheira e sua única amiga. E juntos deram continuidade à empreitada. Mas pela metade do caminho a Tinta sentiu o sol solidificar suas gotinhas, uma a uma, se isso acontecer ela pode endurecer e ficar muda.
O Papel aflito, se fez de embrulho para sombrear sua amiga líquida, para que assim ela não fique paralítica. Quando nem se dão conta, entram na rua do Tinteiro. Na frente da loja, uma placa anuncia que é uma tinturaria 24 anos, dia e noite, trabalhando com sol e chuva e recebendo encomendas para deixar em casa.
Eles entram na tinturaria e são recebidos por um senhor baixinho, de óculos fundo de garrafa e com o rosto manchado por colorações coloridas. A Tinta ansiosa explica que precisa se abastecer para logo retornar ao trabalho – Pode sentar na cadeira que está bem ao seu lado, querida. Vou te dar uma carga de Hemotinta.  Fala o Sr. Tinteiro à Tinta. O Papel não desgruda dela em nenhum momento, acompanha todos os procedimentos de perto e as injeções de pigmentos.
Passaram a tarde quase toda procurando um lugar onde pudessem recarregar e rapidamente voltar ao trabalho, embora domingo, com os dois não havia essa de pausa para escrita ou entrega de cautelosas cartas. Era tudo feito, preenchido e enviado.
A transfusão de Hemotinta estava quase acabando, enquanto isso o Papel e a Tinta descansavam da longa viagem que fizeram na busca por mais tinta. Eles se olham e riem, brincam entre si, falam alguma bobagem e riem novamente. E o Sr. Tinteiro só observando com seus óculos fundo de garrafa, que mais parecia um telescópio, do que um simples óculos.
A carga acabara de reabastecer a Tinta, esta, sentiu-se revigorada, pois estava pronta, forte e alimentada. Viva novamente. O Papel ficou feliz ao ver sua amiga contente. Os dois agradeceram ao Sr. Tinteiro e foram caminhando até a porta, mas o Papel hesita e para antes de sair definitivamente da loja. Ele talvez tenha sentido um vislumbre.
Como a Tinta não percebeu, continuou caminhando em direção à porta de saída da tinturaria como se o Papel estivesse seguindo-a também, quando ela percebe que seu companheiro não está ao seu lado, volta-se e o vê parado, ainda dentro da loja, olhando-a fixamente. A Tinta confusa não entende e faz sinal para seu amigo acompanhá-la. E ele sinal para a Tinta voltar.
A Tinta não entende, mas volta e vai até o Papel – Agora que você está abastecida, não precisamos voltar ao trabalho para que eu diga algumas coisas que sempre quis te dizer. Ouvindo essas palavras a Tinta demonstra surpresa, pois eles sempre conversaram e ela o pintava diariamente, mas o Papel nunca havia falado com um tom de seriedade tão imponente. Mas ele continuou falando - Tinta, eu tive medo de não conseguirmos achar um Tinteiro que pudesse abastecê-la novamente, senti medo, pois sem suas cores marcando minhas fibras e meu corpo branco, eu não conseguiria levar emoção a quem me abre e me lê, e só me leem por eu estar pintado de você, das tuas cores, dos teus símbolos, das tuas formas, da tua prosa e da tua canção colorida e discreta em suaves melodias. Você, minha amiga Tinta, é quem dá vida a este corpo pálido e morto. Eu apenas queria que soubesse que sem você eu não tenho vida, não sou letra e nem Papel.
A Tinta fica emocionada com a atitude do amigo e dá-lhe um abraço. O Sr. Tinteiro, vendo toda cena de cinema, quando notado pelos dois, finge que estava ajeitando uma porção de titâneo que estava caído na prateleira. A Tinta expressa carinho com as palavras amigáveis de seu companheiro e os dois saem juntinhos da tinturaria de volta ao trabalho, pois o mundo não pode parar e nem a premissa de marcar papel com tinta.



 - Lu Carneiro 

Um amor chamado... ENEM




Uma amiga minha fez um pequeno poema para nosso querido ENEM. O que resume a vida de todos nós que vamos fazer o enem, né?



 Então é isso?
Você chega chegando, tirando meu sono, não consigo mais pensar em nada que não seja você,quando tento me distrair você me vem a cabeça, por você eu já larguei séries, saídas com amigos, festas...
É claro que eu dei minhas fugidas, mas quem nunca ?
Então meu bem por favor me retribua da melhor forma possível, me dediquei a você, esperei por você não desista de mim


Elisa Dardara


Simples assim...







Primeiro ela sentou-se em uma pequena cadeira, e puxou a mesinha para perto de si.
Olhou todos que estavam em sua volta e voltou-se para mim, fui onde ela estava e perguntei o que ela gostaria de fazer: brincar, pintar, rabiscar. E ela com uma voizinha tão baixa e meiga disse-me que gostaria de desenhar..
Fui até o armário e peguei o que seria necessário; folha limpa, lápis grafite, borracha, lápis de cor para que ela pudesse da vida a sua criatividade ingênua.
Depois que acabou cheguei perto dela e perguntei o que tinha desenhado.
Falou-me apontando com seu dedinho fura-bolo na folha, que a parte preta encontrava-se o telhado da casa, a parte rosa séria (á casa) e a parte verde os quartos.
Olhei para ela e vi os olhos dela brilhando, e refletir quanta inocência e simplicidade em uma imaginação infantil. Aquela pequenina conseguiu chama minha atenção de uma forma tão rápida. Pude notar de que como as crianças se divertem com tão pouco. E sua zona de pensamentos é tão solta. Concluir que a imaginação não tem limites..
Depois disso, ela me deu de presente o desenho, e plantou um beijo em minha bochecha.
Agradeci e lhe dei um abraço. Ela sorriu e se juntou as outras crianças...


- Aline Cruz      

As vezes a gente pensa tanto na vida que esquece de viver.
Pensa tanto em alguma atitude que despreza, mas faz pior que os outros.
Pensa tanto em amar os outros, mas não consegue nem amar a si mesmo.
Pensa em mudar o mundo, mas não muda suas próprias atitudes.
Fala tanto que faz algo para o bem dos outros, quando na verdade não levanta nem essa bunda da cadeira.
Manda os outros fazer exercícios físicos, mas vive comendo besteiras e deitado de frente pra uma TV onde só passa bobagem.
 Você olha tanto o defeito dos outros né? Por que não olha para o seu? Você gosta tanto de ser o certinho, mas acaba sempre se lascando no final né? Alguém consegue descobrir finalmente o teu segredo e tua máscara cai né? Não tenta viver de aparências não. Não tenta mostrar aos outros o que ta certo ou não ta certo não vias meu bixinho? 
Deixa os outros viverem em paz. Para de pensar demais e olha para tuas próprias atitudes. So essa dica que eu te dou. 

No mundo perdido







Eu pensei em me isolar dos dias, de tudo
E o mundo não ver aquilo que me afronta horas e horas
Eu pensei em ir para debaixo de uma árvore e sentir a brisa que ela me transmite aquela calma , aquele Silêncio , o vácuo  fatigam uma pura angustia na minh'alma.

Eu pensei em colocar meus fones nos ouvidos e coloca-lo no volume mas alto para que ele pode-se ser bem maior que aquilo que á dentro de mim.
Pensei em fechar os olhos e a brisa bater em mim de acordo com o ritmo da canção 
Mas não, mas não, mas não foi assim ,simplesmente voltei para casa e dormir .


- Aline Cruz










Oh minh’alma o que cutivas nesse corpo?

Nessa alma?  Nessa Calma?

Oh minha mente o que pensas? O que me libertas?

Oh... corpo meu afeta teu encanto, pois ele encanta...

Abrange teu encantar sobre minha conduta e ocuta medicões,


Que expõe minhas opniões, minhas breves ilusões.


- Aline Cruz

Minh'alma chora

A minha alma cansou de tanto lutar, de tanto respirar ares que não lhe faziam bem.
Minh'alma está ferida já não consegue ser pura como antes, já não consegue ser o que deveria permanecer.
Cansada de tanto lutar pra ser alguém na vida, minh'alma morreu. Já não existe mais em mim. Já desistiu de ser feliz, pegou uma corda e se pendurou, mas esperava que alguém pudesse salvá-lá. Em vão. Quando a encontrei, ela já estava gelada há horas. Já havia partido dali pra melhor ou pior .
E agora aqui estou eu vagando pelo mundo sem minh'alma, e procurando alguém a quem poder substitua-lá.

Quando o luar clarear minh'alma





Quando  o luar clarear mim alma

Quando a lua me der seu clarear

Quando ela me iluminar com sua beleza
Quando o reflexo me enluara ?

Até quando me enluara esse perigo?
Até quando tráfego no caminho aberto?
Até onde enluara essa braveza do meu coração?
Até onde enluara as dores de compaixão?  

Que seu imenso glamour e seu otimismo
Mostrando-a mim braceje a luz da lua
Minha noite, o luar me completas assim 
E, contudo sentirei só por hoje a luz luarejar. 



Aline Cruz

Não me bagunça, não.

Entra moço bonito, fique a vontade, mas não repara na bagunça,
É que estou arrumando o que os outros fizeram comigo,
Me bagunçaram completamente, espero que você me ajude a consertar
Todo esse estrago.
Sabe, tudo que eu queria era alguém como você,
Não só que pudesse preencher o meu vazio e arrumar minha bagunça.

Ei, espera. Onde você vai?

Você disse que ficaria para sempre,
Ah, desculpa se te assustei. Eu não queria que isso acontecesse,
Não queria mesmo.
Não vai embora, por favor, não faz que nem os outros,
Não me bagunça mais uma vez.
Eu não aguento mais. 



Para Todos Sempre






Hoje abri um contrato com a vida
Onde um dia pago minha dívida 
Até quando?onde?mantém
Por cada coisa pagamos vintém

Estou cansada de viver uma ilusão
E hoje cheguei á conclusão
De seguir em busca da felicidade
Vou em andamento nessa atividade

Bem me quer, mal me quer
Onde a vida desvendar
Onde ela me levar

Aqui  onde passa breve
Tudo acontece e nada se escreve
Escrito para todos sempre
Fica guardado, em nossa vaga mente.
     
-Aline Cruz

Atualmente tua mente atua ou mente

                   



Atualmente passamos os dias nesse vai e vem
Nessa ida e vinda, nessa busca de bens
Atualmente estudamos e brincamos
Insistimos , inventamos
Sobre coisas, sobre tudo;Sobre tudo o que nos contem
E os caos dos nossos dias que acontecem como moradia?
Habita e prossegui como dias, e dias de covardia posse do que nos tem
E como fica a morada de casa , a casa do coração ?
Que absorve tudo isso como uma breve melodia , uma breve canção.


- Aline Cruz

T.A.G: Que livro você seria?




Fui tagueada pela Leãozinha Mari para responder uma TAG sobre livros. Então bora lá.

#01: Qual seria o título do seu livro?

Mal de amor.

#02: Qual autor escreveria sua hisrória?

A diva Marian Keyes, adoro os livros dela.

#03: Qual designer teria a capa?

Seria uma capa branca com uma menina deitada na cama e com o "coração" ao seu lado todo despedaçado.

#04: Seria capa dura ou capa mole?

Seria capa dura com toda certeza.

#05: Quantas páginas teriam? 

560 páginas com um final surpreendente rsrs

#06: Qual seria o gênero do livro?

Drama e romance (claro, né?) 

#07: De quem seria o comentário que você iria ter na contra-capa?

Do William P. Young e David Nicholls.

Agora eu vou taguear meu amigo super fofo, O Kennedy do blog Um Diário Quase Normal

Confere o blog da Mari Minhas Luzes

Feliz dia das crianças



                     Hoje dia 12 de outubro de 2014, nós comemoramos o dia das crianças.

É nessas horas que eu lembro da minha infância, querida infância. Eeu fui rever os albuns de fotografias e olha que coisas lindas e gostosas que eu encontrei, me arrepio toda vez que eu vejo.

Minhas Memórias 





o sorriso mais gostoso!





Descobrindo o espelho, o
que mais tarde viria
a ser um dos meus terrores 

minha mãe tinha sofrido um acidente de bicicleta, 
mas sempre esteve do meu lado.


Você quer saber como surgiu o dia das crianças? Clica Aqui e liberte acriança que existe em você.



Meu mundo tá caindo, mas quem se importa?

A gente vive em um mundo onde o "olá, tudo bem?" virou robótico, ninguém realmente quer saber se você esta bem de verdade. Só fala isso por educação e eu respondo "ah, tô bem" quando na verdade quero desabafar sobre tudo ou falar como foi seu dia.
Meu mundo tá caindo e ninguém aqui pra me ajudar a levantar. Eu levanto o mundo dos outros, ajudo e faço de tudo pra vê-los felizes, mas quando é ao contrário todo mundo sai de perto e muitas vezes não se importam, alguns muitas vezes fala "ei, só falei pra depois não dizer que esqueci de você". (Palavras de a amiga).
Tento ser forte e encarar isso como se já fosse uma coisa normal, mas muitas vezes eu quero gritar "EI, EU TÔ AQUI PORRA, ME ESCUTA, OLHA PRA MIM. OU SERÁ QUE VOCÊ TÁ MUITO OCUPADO".
Vou levando a vida assim mesmo e me tornando mais invisível a cada dia que se passa.
"A vida hoje, está sendo muito difícil de lidar quando você realmente se importa com os sentimentos alheios"

Procurando meu caminho

Ruas movimentadas de pessoas vazias. Cada carro tem alguém querendo ser mais que outro, querendo mostrar o que na verdade não tem. 

No ônibus então, pessoas desrespeitando o assento preferencial, gritando como se tivesse na sua casa, desrespeitando o silêncio alheio com músicas de baixo calão.

Nas ruas movimentadas da minha cidade, pessoas que nem sequer cumprimentam o próximo, pessoas que ficam de cara fechada e que não agradecem por estarem vivas.

Nas ruas movimentadas, eu procuro me compreender, procuro por respostas sobre tudo e todos ao meu redor.

Nas ruas movimentadas, tento achar um rumo pra seguir em frente e nunca desistir, por mais que alguem tente me empurrar para o passado.